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Cultura, entretenimento e mundo geek

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Anderson Silva lidera o ranking do UFC


O UFC divulgou o primeiro ranking de sua história e a partir de agora, mostrará mensalmente os dez melhores de cada categoria.
Anderson Silva é o melhor entre os melhores, tendo em vista que lidera a categoria peso por peso.
Sem dúvida, um ranking fará com que o MMA pise em patamar ainda maior.
Confira os principais atletas em cada categoria:
Peso por peso:
1. Anderson Silva
2. Jon Jones
3. Georges St. Pierre
4. José Aldo
5. Ben Henderson
6. Cain Velasquez
7. Dominick Cruz
8. Demetrious Johnson
9. Frankie Edgar
10. Dan Henderson
Peso mosca (até 57kg):
Campeão: Demetrious Johnson
1. Joseph Benavidez
2. John Dodson
3. Ian McCall
4. John Moraga
5. Jussier Formiga
6. Louis Gaudinot
7. Chris Cariaso
8. John Lineker
9. Darren Uyenoyama
10. Ulysses Gomez
Peso galo (até 61 kg):
Campeão: Dominick Cruz
1. Renan Barão (Campeão interino)
2. Michael McDonald
3. Urijah Faber
4. Eddie Wineland
5. Brad Pickett
6. Brian Bowles
7. Rafael Assunção
8. Scott Jorgensen
9. Mike Easton
10. Ivan Menjivar
Peso Pena (até 66kg):
Campeão: José Aldo
1. Chad Mendes
2. Ricardo Lamas
3. Chan Sung Jung
4. Frankie Edgar
5. Dennis Siver
6. Cub Swanson
7. Dustin Poirier
8. Nik Lentz
9. Erik Koch
10. Clay Guida
Peso leve (até 70kg):
Campeão: Ben Henderson
1. Gilbert Melendez
2. Anthony Pettis
3. Gray Maynard
4. Nate Diaz
5. Jim Miller
6. Donald Cerrone
7. TJ Grant
8. Rafael dos Anjos
9. Joe Lauzon
10. Khabib Nurmagomedov
Peso meio-médio (até 77 kg);
Campeão: Georges St-Pierre
1. Johny Hendricks
2. Carlos Condit
3. Nick Diaz
4. Rory MacDonald
5. Demian Maia
6. Jake Ellenberger
7. Martin Kampmann
8. Josh Koscheck
9. Jon Fitch
10. Tarec Saffiedine
Peso médio (até 84kg):
Campeão: Anderson Silva
1. Chris Weidman
2. Vitor Belfort
3. Michael Bisping
4. Yushin Okami
5. Mark Muñoz
6. Constantinos Philippou
7. Luke Rockhold
8. Hector Lombard
9. Alan Belcher
10. Tim Boetsch
Peso meio-pesado (até 93 kg):
Campeão: Jon Jones
1. Dan Henderson
2. Lyoto Machida
3. Alexander Gustafsson
4. Glover Teixeira
5. Rogério Minotouro
6. Rashad Evans
7. Mauricio Shogun
8. Phil Davis
9. Ryan Bader
10. Gegard Mousasi
Peso pesado (acima de 93 kg até 120 kg):
Campeão: Cain Velasquez
1. Junior Cigano
2. Fabricio Werdum
3. Daniel Cormier
4. Antonio Pezão
5. Frank Mir
6. Alistair Overeem
7. Rodrigo Minotauro
8. Roy Nelson
9. Stefan Struve
10. Shane Carwin

Inquisição : Tortura em nome de DEUS



Você provavelmente estudou sobre a Idade Média, ou como ela também é conhecida: Idade das Trevas. Talvez na época você fosse uma criança, ou adolescente, e a professora não queria te chocar – ou desconhecia o assunto profundamente -, então provavelmente deixou de fora a parte mais pesada da coisa, que incluía torturas maníacas como nunca se viu, e que só devem encontrar paralelo nos delírios de Stalin, Pol Pot, ou dos carcereiros de Abu Ghraib.

Apesar de haver exceções, em sua maior parte o período foi exatamente isso: Trevas. Muitos historiadores colocam a culpa nas invasões bárbaras, e em como esses povos eram primitivos, mas o fato é que grande parte do atraso se deve aos sucessores do todo-poderoso Império Romano: a Igreja Católica. É só ver o rumo que tomou a Filosofia, as Artes e a Ciência para ver que estava tudo nas mãos da Igreja. Um caso clássico é o de Galileu Galilei, que teve de voltar atrás nas suas descobertas sobre a questão da translação da Terra, porque suas teorias iam de encontro ao pensamento (errôneo) imposto pela Igreja.
Também existiu o que ficou conhecido como Index Librorum Prohibitorum, que era uma lista de livros proibidos pela Igreja na época, administrada pelo Santo Ofício (que parece menos inócuo chamado por seu nome mais conhecido: Inquisição), que não por coincidência foi criado na mesma época que o protestantismo começou a assombrar a supremacia dos Católicos, por volta do século XVI. Para você ter uma idéia do atraso da Igreja, ela só foi abolir oficialmente o Index – que incluía em suas proibições, gente como os escritores Voltaire, Alexandre Dumas e Jean-Paul Sartre, e os cientistas Galileu Copérnico, Descartes e Pascal – no ano de 1966.
Mas essa escuridão cultural e conservadora foi uma das facetas mais amenas da Igreja Católica na Idade Média. Os piores momentos foram reservados aos distintos senhores responsáveis pelo Tribunal de Santo Ofício! Inicialmente, de acordo com relatos históricos medievais, a Inquisição foi criada para combater o sincretismo religioso, em 1184, que unia a fé católica a cultos pagãos e realizavam adivinhações utilizando coisas como plantas.
Mas as atribuições da Inquisição foram se tornando cada vez maiores. Além de iniciar uma campanha – é necessário que se entenda que mesmo tendo uma organização unificada, com um representante perante o Papa, os Tribunais eram mais ou menos independentes, assim como os Poderes Judiciários de hoje, sendo instalados onde tinham focos de heresias e outros pecados – contra o sincretismo, a Inquisição ficou a cargo de julgar crimes/pecados como heresias, adultérios, feitiçaria (esse levou muita gente pra fogueira), além de colocar a culpa nessa gente de toda a sorte de desgraça que ocorria no local em que estava instalado o Tribunal.
Logicamente, com tamanho poder, os Tribunais impunham punições políticas e econômicas, de forma a aumentar a expansão da Igreja na época. Dessa forma, as penas mais leves, geralmente vistas como alívio, era o confisco de bens, além de flagelos públicos, e desfiles com roupas de hereges. Com a vasta quantidade de penas aplicada, não é difícil entender porque a Igreja foi relativamente a instituição mais rica da história. Com ela, enriqueciam os reis que a apoiavam, como era o caso dos espanhóis.
E os relatos dizem que os Inquisidores eram eficientes. O mais famoso deles, o espanhol Tomás de Torquemada, foi o responsável por diversas campanhas contra judeus e muçulmanos na Espanha. E para chegarem a esse nível de eficiência, os inquisidores – a exemplo dos homens responsáveis pelo Gulag – eram criativos. Necessitavam espalhar o terror para que todos tivessem medo deles, e para isso abusavam de instrumentos sem precedentes na história humana, com o intuito de causar dor extrema, sem, contudo, matar o herege, dando tempo pra ele confessar seus pecados (ou dizer onde escondeu a herança dos avós dele)!

AC/DC : Who Made Who


Os caras sabem ser "foda"

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Esparta : A mais feroz das Polis da Grécia Antiga


Esparta diferenciou-se das demais cidades estados gregas pelo seu carater militar.

localizada na Península do Peloponeso, Esparta foi fundada pelos Dórios.

Antes da chegada dos Dórios a região já era habitada. Os Dórios por serem um povo guerreiro, conseguiram vencer facilmente os povos nativos da região.Mesmo vencido os povos conquistados ainda eram maioria. Por este motivo os Dórios formaram um grande acampamento militar precavendo-se de uma possível rebelião por parte dos povos dominados por eles.

É atribuído a Licurco a criação da constituição que fez de Esparta um estado militarista. Em Esparta a sociedade era dividida da seguinte forma:

Esparciatas - Descendentes dos dórios passaram a formar a classe dominante de Esparta.

Periecos - Pessoas livres que exerciam a função de artesãos e comerciantes. Descendiam dos grupos de pessoas que não se opuseram a dominação dórica. habitavam as regiões menos ferteis para a pratica da agricultura

Hilotas - Aqueles que lutaram contra a dominação dos esparciatas. Vencidos passaram para a condição de escravos dos esparciatas.

Esparta era governada por uma Diarquia, governo oligárquico formado por dois Reis responsáveis pelas decisões políticas e religiosas. Os dois soberanos contavam com a ajuda da Gerúsia, conselho formado por 28 anciãos.

Os cidadãos de Esparta também participavam das decisões políticas através da Apela, assembléia formada por 30 esparciatas maiores de 30 anos. Os membros da Apela tinha a função de eleger os Éforos.

Os Éforos eram aqueles que administravam e fiscalizavam as comunidades espartanas.

Os esparciatas deviam total obediência a Esparta servindo-a como militar. Na busca por soldados perfeitos, os espartanos tinham o costume de sacrificar as crianças recém nascidas que por ventura possuísse algum defeito físico.

Aos sete anos de idade, os pais de crianças espartanas passavam a incutir nos corações de seus filhos o orgulho de ser um guerreiro espartano. Ao alcançar 12 anos de idade as crianças espartanas passavam a ser educadas pelo Estado.

A educação que eles recebiam era rigida e sofrida. Os educadores de Esparta buscavam criar assim soldados perfeitos capaz de sobreviver a todas as privações de uma guerra.

A mulher espartana era mais valorizada em relação as mulheres das outras cidades gregas. Tinha papel promordial na procriação de filhos fortemente sadios.

Na busca pela liderança do mundo grego Esparta entrou em guerra contra Atenas dando origem a Guerra do Peloponeso ocorrida no século V a.C..
#EV

Esparta - CIVILIZAÇÕES ANTIGAS - PARTE 5

A mais feroz das Polis da Grécia Antiga foi Esparta.

Esparta  diferenciou-se das demais cidades estados gregas pelo seu carater militar.

localizada na Península do Peloponeso, Esparta foi fundada pelos Dórios.

Antes da chegada dos Dórios a região já era habitada. Os Dórios por serem um povo guerreiro, conseguiram vencer facilmente os povos nativos da região.Mesmo vencido os povos conquistados ainda eram maioria. Por este motivo os Dórios formaram um grande acampamento militar precavendo-se de uma possível rebelião por parte dos povos dominados por eles.

É atribuído a Licurco  a criação da constituição que fez de Esparta um estado militarista. Em Esparta a sociedade era dividida da seguinte forma:

Esparciatas - Descendentes dos dórios passaram a formar a classe dominante de Esparta.

Periecos  - Pessoas livres que exerciam a função de artesãos e comerciantes. Descendiam dos grupos de pessoas que não se opuseram a dominação dórica. habitavam as regiões menos ferteis para a pratica da agricultura

Hilotas - Aqueles que lutaram contra a dominação dos esparciatas. Vencidos passaram para a condição de escravos dos esparciatas.

Esparta era governada por uma Diarquia, governo oligárquico formado por dois Reis responsáveis pelas decisões políticas e religiosas. Os dois soberanos contavam com a ajuda da Gerúsia, conselho formado por 28 anciãos.

Os cidadãos de Esparta também participavam das decisões políticas através da Apela, assembléia formada por 30 esparciatas maiores de 30 anos. Os membros da Apela tinha a função de eleger os Éforos.

Os Éforos eram aqueles que administravam e fiscalizavam as comunidades espartanas. 

Os esparciatas deviam total obediência a Esparta servindo-a como militar. Na busca por soldados perfeitos, os espartanos tinham o costume de sacrificar as crianças recém nascidas que por ventura possuísse algum defeito físico.

Aos sete anos de idade, os pais de crianças espartanas passavam a incutir nos corações de seus filhos o orgulho de ser um guerreiro espartano. Ao alcançar 12 anos de idade as crianças espartanas passavam a ser educadas pelo Estado.

A educação que eles recebiam era rigida e sofrida. Os educadores de Esparta buscavam criar assim soldados perfeitos capaz de sobreviver a todas as privações de uma guerra.

A mulher espartana era mais valorizada em relação as mulheres das outras cidades gregas. Tinha papel promordial na procriação de filhos fortemente sadios.

Na busca pela liderança do mundo grego Esparta entrou em guerra contra Atenas dando origem a Guerra do Peloponeso ocorrida no século V a.C..

Leônidas (em grego antigoΛεωνίδας, significando "Filho de Leão" ou "Similar a Leão" Oriundo da dinastia ágida foi rei e general de Esparta de 491 até a data de sua morte em 480 a.c., durante a batalha de Termópilas, foi antecedido por seu pai o rei Anaxândrides II, e sucedido por seu filho Plistarco.